Templo da Carne

A comida faz jus ao nome de Marcos Bassi.
Com a ajuda de um ambiente muito tranquilo e um atendimento primoroso, a fraldinha que estava no meu prato se mostrava insuperável, até que, depois de um pedaço de picanha com a gordura praticamente líquida, eu lembrei porque esse corte é o preferido no nosso país.
O acompanhamento também foi ideal: além da linguiça de entrada e das tradicionais batatas souffle, experimentei um palmito na churrasqueira, cortado na hora. Muito bom.
O Sequestro do Metrô 123

Apesar da perseguição final ser absurda – nunca vi trabalhador virar caçador de bandido de uma hora para outra – eu até gostei do filme, pois a história é bem consistente e possível.
Tiras em Apuros

Filme bem simples, sem nada demais.
Só o parceiro do Bruce Willis é um pouco engraçado.
O Livro de Eli

Um filme apocalíptico, uma categoria que me agrada.
A idéia é interessante, mas o filme é parado demais para ser de ação, com supresas de menos para ser de suspense e sem muito sentido para justificar um drama.
Até as cenas sanguinárias, que lembram um pouco Kill Bill – esse sim, mais que me agrada – não fizeram a minha cabeça, pois ficaram muito forçadas, longe da realidade, mas também, infelizmente, não ao ponto de serem bonitas, como as do filme de Tarantino.
Código de Conduta

Legal, um filme sobre a vingança de uma pessoa que foi muito prejudicada.
Mas bem fora da realidade, como de praxe nesse tipo de filme.
72 Horas

A história prende a atenção do começo ao fim, sim, mas é aquele negócio de filme de suspense e policial…
Planos absurdos e manobras impossíveis não faltam.
Por isso e também pelo drama, parece muito com Prison Break.
Ao menos, no final você descobre que não torceu para o lado errado.
Ah, é importante que eu diga que o filme não é ruim, sou eu quem não gosta do gênero.
Dilma

Eu não votei na Dilma.
Aliás, praticamente nunca dei meu voto – de confiança – para nenhum político, por entender que enquanto um mandato estiver ligado, direta e indiretamente, à ganhos diversos, a safadeza vai continuar rolando solta.
Não quero fazer parte disso.
Talvez eu vote na Marina em 2014, mas até lá, independente da minha posição política, vou torcer para que a Dilma “pegue bem” a carona do bom momento do país e que faça um bom governo, afinal, apesar das circunstâncias em que as eleições sempre ocorrem, ela é a escolha da maioria.
Acho que é isso que todos devem fazer, inclusive, os que perderam a disputa.
Aprendam a perder.