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24/01/2011

Templo da Carne

A comida faz jus ao nome de Marcos Bassi.
Com a ajuda de um ambiente muito tranquilo e um atendimento primoroso, a fraldinha que estava no meu prato se mostrava insuperável, até que, depois de um pedaço de picanha com a gordura praticamente líquida, eu lembrei porque esse corte é o preferido no nosso país.
O acompanhamento também foi ideal: além da linguiça de entrada e das tradicionais batatas souffle, experimentei um palmito na churrasqueira, cortado na hora. Muito bom. 

09/01/2011

O Sequestro do Metrô 123

Apesar da perseguição final ser absurda – nunca vi trabalhador virar caçador de bandido de uma hora para outra – eu até gostei do filme, pois a história é bem consistente e possível.

09/01/2011

Tiras em Apuros

Filme bem simples, sem nada demais.
Só o parceiro do Bruce Willis é um pouco engraçado.

09/01/2011

O Livro de Eli

Um filme apocalíptico, uma categoria que me agrada.
A idéia é interessante, mas o filme é parado demais para ser de ação, com supresas de menos para ser de suspense e sem muito sentido para justificar um drama.
Até as cenas sanguinárias, que lembram um pouco Kill Bill – esse sim, mais que me agrada – não fizeram a minha cabeça, pois ficaram muito forçadas, longe da realidade, mas também, infelizmente, não ao ponto de serem bonitas, como as do filme de Tarantino.

02/01/2011

Código de Conduta

Legal, um filme sobre a vingança de uma pessoa que foi muito prejudicada.
Mas bem fora da realidade, como de praxe nesse tipo de filme.

02/01/2011

72 Horas

A história prende a atenção do começo ao fim, sim, mas é aquele negócio de filme de suspense e policial…
Planos absurdos e manobras impossíveis não faltam.
Por isso e também pelo drama, parece muito com Prison Break.
Ao menos, no final você descobre que não torceu para o lado errado.
Ah, é importante que eu diga que o filme não é ruim, sou eu quem não gosta do gênero.

02/01/2011

Dilma

Eu não votei na Dilma.
Aliás, praticamente nunca dei meu voto – de confiança – para nenhum político, por entender que enquanto um mandato estiver ligado, direta e indiretamente, à ganhos diversos, a safadeza vai continuar rolando solta.
Não quero fazer parte disso.
Talvez eu vote na Marina em 2014, mas até lá, independente da minha posição política, vou torcer para que a Dilma “pegue bem” a carona do bom momento do país e que faça um bom governo, afinal, apesar das circunstâncias em que as eleições sempre ocorrem, ela é a escolha da maioria.
Acho que é isso que todos devem fazer, inclusive, os que perderam a disputa.
Aprendam a perder.

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